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Empresas brasileiras têm baixa produtividade

Empresas brasileiras têm baixa produtividade

Autor: Comatrix

Recentemente, três pesquisas de instituições renovadas (Banco Mundial, FGV e CNI) mostraram que as empresas brasileiras sofrem com a baixa produtividade e eficiência, além de atraso em relação à adoção de tecnologias de ponta e inovadoras. Segundo um estudo da FGV feito para O Globo, a baixa produtividade colocou o Brasil na 50a posição em um ranking que mapeou 68 nações. O país está atrás da Argentina, Venezuela e República Theca.

Avaliando o mesmo tema, o Banco Mundial lançou recentemente o relatório “Agenda da Produtividade”, que destaca os fatores que podem ser a causa deste cenário negativo para as companhias. Entre as principais razões estão: a falta de concorrência interna (graças a um ambiente de negócios que favorece empresas já estabelecidas no mercado, e dificulta a inovação e a entrada de concorrentes) e externa (devido às altas barreiras tarifárias e não-tarifárias ao comércio internacional), além da fragmentação dos órgãos de governo dedicados ao apoio às companhias, o que possibilita que políticas continuem em vigor mesmo quando se mostram ineficazes.

Já um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que, de 24 setores industriais brasileiros, 58% estão bastante atrasados quanto ao uso de tecnologias digitais. De acordo com o levantamento, as empresas desses segmentos correm riscos de se tornar tão ineficientes a ponto de serem excluídas da chamada quarta revolução industrial.

Embora os dados sejam pessimistas, os números sobre eficiência podem melhorar no pós-crise, pois muitas empresas precisaram aprimorar seus processos e sua produtividade para sobreviver ao cenário econômico adverso. A lição aprendida, mesmo com a recuperação do mercado, não será esquecida pelos empresários.

Mais informações sobre as pesquisas nos links: Banco Mundial (http://bit.ly/2HIBpdd) e CNI (http://bit.ly/2FMzyD8).


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